PSICANÁLISE: SUA CONTRIBUIÇÃO À EDUCAÇÃO.


1. Introdução

Sigmund Freud, o fundador da psicanálise, foi um médico austríaco, nascido em 1856, nas proximidades de Viena, onde estudou medicina, especializando-se em NEUROLOGIA (Parte da medicina que estuda as doenças do sistema nervoso).

Durante muitos anos, em Viena, Freud trabalhou com dedicação e persistência, cuidando de doentes e observando pessoas sãs. Assim, Freud tornou-se um grande conhecedor da mente humana.

Então, publicou uma doutrina psicológica completamente nova, explicando o funcionamento da mente e o desenvolvimento da personalidade. Essa doutrina foi chamada psico-análise, hoje, psicanálise. A doutrina Freudiana difundiu-se por todo o mundo e influenciou vários campos da atividade humana, principalmente a PSIQUIATRIA (parte da medicina que trata das doenças mentais). É grande, também, o número de psicanalistas dedicados a aplicar a psicanálise à educação da infância. Vejamos alguns pontos da teoria psicanalítica que ajudam pais e professores a compreender melhor a infância, aumentando sua capacidade de previsão e controle do comportamento de seus filhos e alunos, respectivamente. Sigmund Freud (1856-1939) criou a escola de pensamento chamada PSICANALISE, tornando-se, talvez, a figura mais famosa da psicologia. Esse médico vienense, durante o dia, tratava doentes com distúrbios nervosos e, à noite, escrevia suas observações e pensamentos. Freud concluiu, dessas observações, que todo o comportamento é motivado, e que os motivos estão geralmente escondidos do individuo, o que leva muito comportamento a parecer irracional. A fonte básica desses motivos é a libido, ou impulso de busca do prazer.

Freud descreveu a personalidade como resultante de três componentes: ID, EGO e SUPEREGO. Muito da ansiedade humana resulta do conflito interno entre esses três componentes. Distúrbios da personalidade adulta podem ser estudados e mostrarem que suas causas estão diretamente ligadas a ansiedade e traumas na infância.
2. ELEMENTOS DA PERSONALIDADE
Freud divide a personalidade humana em três elementos:

a) ID: É a parte irracional ou animal, biológica, hereditária, que existe em todas as pessoas, sempre procurando satisfazer a libido, os impulsos sexuais.
b) SUPEREGO: Desde que nascemos, vivemos em um grupo social do qual vamos recebendo influências constantes. Desse grupo vamos absorvendo, aos poucos, idéias morais, religiosas, regras de conduta etc., que vão constituir uma força em nossa personalidade, a qual Freud chama de SUPEREGO. O ID e o SUPEREGO são forças opostas, em constante conflito.

c) EGO: O que procura manter o equilíbrio entre essas forças opostas é a nossa RAZÃO, a nossa inteligência, à qual Freud chama de EGO. O EGO tenta resolver o constante conflito entre ID e SUPEREGO. Numa pessoa normal, o conflito é resolvido com êxito.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

• Psicanálise: Sua contribuição à educação – BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de Psicologia escolar. São Paulo: Editora Ática, 1991.

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